sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Adotarei esse segredo para minha vida!!



Conta a lenda que um ocidental em visita à China ficou surpreso de ver a quantidade de velhos saudáveis e, curioso a respeito da milenar medicina chinesa, indagou de um experiente médico qual o segredo para se viver mais e melhor.

Ouviu do mesmo a sábia resposta:

- É muito simples. Basta: Comer a metade. Andar o dobro. E rir o triplo!!!!

(retirei do facebook - morango com chocolate)

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Conheça todos os benefícios das fibras

Bastante conhecidas por aqueles que sofrem com a constipação intestinal, as fibras devem fazer parte de qualquer cardápio que preze o equilíbrio alimentar. As fibras são uma parte dos carboidratos que não é digerida e absorvida pelo organismo , define a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella. Isso explica sua ação mais famosa: o regulamento do intestino. Por aumentarem o volume das fezes, aceleram sua eliminação.

E está muito enganado quem pensa que as vantagens das fibras ficam por aí. Suas fontes alimentares e seus benefícios variam de acordo com a classificação. Elas se dividem nos grupos solúveis e insolúveis.
As fibras solúveis, como o nome já sugere, absorvem água, transformando-se em uma espécie de gel capaz de eliminar as gorduras das artérias e evitar que elas sejam absorvidas pelo intestino, protegendo-o contra o câncer.

Outras funcionalidades desse tipo de fibra são o retardo na absorção dos carboidratos (o que dá uma forcinha extra para a sua dieta, ajudando a manter uma sensação de saciedade mais prolongada) e adiminuição das taxas de LDL (o colesterol maléfico à saúde). Farelo de aveia, cevada, leguminosas, frutas, legumes e verduras são boas opções para encontrar as fibras solúveis.

Enquanto isso, por não absorverem água, as fibras insolúveis entram em ação para regular o funcionamento do intestino. Ao incluir verduras, legumes, frutas e trigo, arroz e pães nas versões integrais, no cardápio, você garante que tal benefício faça parte do seu dia-a-dia.
Para a recomendação diária do nutriente na alimentação não existe distinção. Roberta afirma que 20 a 30 gramas de qualquer um dos tipos de fibras já garante o sucesso de suas ações.

Só não se esqueça de tomar bastante água. Sem ela, em vez de soltar o intestino, você vai entupir geral principalmente se o seu maior consumo for de fibras solúveis, que precisam absorver o líquido para inchar e serem eliminadas mais facilmente, mandando todas as toxinas do seu organismo cano abaixo. Portanto, aposte na parceria fibras e água para conquistar pele e barriga bem lisinhas, como você sempre sonhou.

(recebi por email da www.lojinhadaeva.com.br - Essa loja de orgânicos é ótima!! E entrega em casa!!)

Cabeça de Magro

Você pensou uma, duas, 3 vezes, mas não resistiu: usou a tal substância. Ela logo desencadeou em sua cabeça um processo viciante: ao tocar sua língua, fez liberar em seu cérebro opioides — químicos responsáveis por uma sensação de recompensa e prazer, também acionados por drogas como heroína e morfina. Inconscientemente, você move sua língua e mandíbula. Se fosse uma criança, abriria um sorriso. A resposta imediata do seu corpo: quero mais!

Esse barato não foi provocado por uma nova droga da moda. É uma velha conhecida que, consumida com moderação, é essencial à nossa sobrevivência: comida. Mais especificamente aquela com grandes quantidades de gordura, sal e açúcar, ingredientes que, a ciência revela, nos fazem pedir cada vez mais, mais e mais. “São as chamadas comidas palatáveis, não só porque são saborosas e dão prazer, mas porque estimulam nosso apetite e nos fazem comer sem parar”, diz o autor do livro The End of Overeating (O Fim da Comilança, sem edição no Brasil) David Kessler, ex-integrante do FDA, órgão que regulamenta alimentos e remédios nos Estados Unidos. Esses ingredientes mexem em mecanismos cerebrais que costumam ser atingidos também por drogas pesadas, como a heroína e, a mais recente descoberta, maconha. Basta sentirmos um cheirinho de batata frita ou dar a primeira mordida em um bolo de chocolate para disparar o ciclo vicioso. “Comer alimentos ricos em açúcar, gordura e sal só nos faz comer mais alimentos ricos em açúcar, gordura e sal”, diz e repete Kessler. Para entender esse desejo sem fim, a ciência da gordura — que já analisou nosso metabolismo e reações fisiológicas — agora muda de foco. “As pesquisas sempre buscaram o que acontece em nosso corpo enquanto comemos. Mas a verdadeira pergunta é: o que acontece em nosso cérebro?”, diz Kessler. Entender isso é essencial para que possamos reprogramar nossa mente. E dar início a uma reabilitação alimentar — a única saída para se pensar como um magro.

GORDURA DÁ LARICA
Em junho, cientistas da Universidade da Califórnia e do Instituto de Tecnologia da Itália publicaram um estudo revelando que a ingestão de alimentos gordurosos libera no intestino endocanabinoides. Qualquer semelhança do termo com a Cannabis sativa, a planta da maconha, não é coincidência. Esses químicos são parecidos com aqueles encontrados em um cigarro feito com ela e que costuma causar um apetite voraz — a famosa larica pós-baseado. No experimento, ratos alimentados com gordura não conseguiam parar de comer. Já os que ingeriram só proteína ou carboidrato se deram por satisfeitos mais rapidamente. “Provavelmente, os endocanabinoides reduzem a mensagem de saciedade que se origina no intestino e é enviada ao cérebro”, afirma Nicholas DiPatrizio, professor do Departamento de Farmacologia da Universidade da Califórnia.

Não é só gordura que tem essa capacidade de nos fazer continuar comendo mesmo quando já estamos supostamente satisfeitos. “Toda comida prazerosa pode neutralizar os sinais de saciedade”, diz o neurocientista David Linden, autor do livro A Origem do Prazer (lançado no Brasil em agosto pela Editora Elsevier). Aí também entram os pratos ricos em açúcar e sal, que liberam em nosso cérebro mais dopamina, um neurotransmissor responsável pela sensação de felicidade e bem-estar, do que os demais tipos de alimentos. Um truque da natureza para que os homens das cavernas sobrevivessem.

Na dieta dos nossos antepassados, alimentos com sal, gordura ou açúcar eram raros — as refeições não tinham mais que 10% de lipídios, as gorduras que vinham da carne. Nosso vício em sal não é totalmente explicado pela ciência. Mas os pesquisadores desconfiam que seja uma estratégia evolutiva para compensar o sódio perdido no suor. Já a gordura e o açúcar são reservas naturais de energia: fomos programados para abocanhá-los sempre que os encontramos pela frente. “Mas sabemos que se você comer açúcar, gordura e carboidratos refinados [que se transformam rapidamente em açúcar na digestão] repetidamente, isso irá alterar seus circuitos de prazer”, afirma Linden. Com o tempo, as células cerebrais não irão responder de forma tão intensa ao estímulo provocado por esses ingredientes. Como acontece com a heroína, o efeito enfraquece com o passar do tempo. E aí você precisa de mais quantidade da substância para sentir o mesmo barato.

O CAMINHO DO VÍCIO | Gordura, sal e açúcar ativam nosso circuito de prazer. Saiba como:

VÍCIO EM COMIDA
O deleite com os alimentos funciona em duas fases. Primeiro vêm as preliminares: sentir um cheiro gostoso, passar na porta do restaurante onde se experimentou um jantar dos deuses ou assistir a uma propaganda de biscoitos recheados na TV. “É daí que vem o verdadeiro poder da comida: da antecipação do prazer”, afirma Kessler. Esses estímulos já são suficientes para fazer nosso cérebro liberar dopamina. A substância — também responsável pelos impulsos de fuga — cria o desejo e nos faz correr atrás do que for necessário para comer aquele prato tentador. Quando você, de fato, abocanha a gostosura, mais dopamina é liberada. E também opioides. Essas substâncias farão não apenas com que você sinta prazer, mas aumentarão seu desejo e irão motivá-lo a buscar mais comida. Para evitar que esse ciclo tenha início, é necessário parar no comecinho. Mude o caminho de casa para o trabalho para não passar na frente do tal restaurante e evite chegar muito próximo da banca de pastel para não ser seduzido pelo cheirinho de fritura. O prazer proporcionado apenas pela ideia de que você está prestes a se esbaldar com uma delícia dessas já pode fazer você perder o controle.

A prova veio de um estudo divulgado em abril, em que pesquisadores da Universidade de Yale, EUA, reuniram 48 mulheres, entre magras e acima do peso, para testar o quanto ficavam tentadas ao ver um milkshake de chocolate. Após 4 a 6 horas em jejum, as voluntárias olhavam para uma foto da bebida. Somente depois podiam saboreá-la de fato. Nos dois momentos, seus cérebros foram escaneados. Em algumas mulheres, os cientistas observaram um padrão de atividade de neurônios comum também no vício em drogas: a simples sugestão da comida ativava mais o sistema de prazer e recompensa do que ingeri-la propriamente. Essas mulheres tinham uma fissura por comidas calóricas maior do que a normal (já que liberavam mais dopamina nas preliminares) e uma satisfação inferior à média ao abocanhar as gostosuras (quando os químicos de bem-estar vinham menos do que o esperado). Resultado: elas comiam mais como forma de compensação.

O curioso é que esse padrão não foi visto apenas em mulheres obesas, mas também nas magras. “Estar dentro do peso não quer dizer que você não seja viciado em comida”, diz Ashley Gearhardt, pesquisadora do Centro Rudd para Política Alimentar e Obesidade da Universidade de Yale. Algumas pessoas compensam a comilança com dias sem colocar quase nada na boca ou com muito exercício físico, mas correm o risco de ganhar peso mais adiante.

A má notícia: somos viciados em gordura, sal e açúcar. A boa: novas pesquisas revelam que podemos reprogramar nossa cabeça para não cair em tentação. É o rehab alimentar
OS VILÕES
1. BEBIDAS ADOÇADAS > Nosso corpo não interpreta as calorias dos líquidos como faz com os alimentos sólidos. Sucos, refrescos e refrigerantes saciam pouco e nos fazem comer mais. Quando há adição de açúcar, costuma ser em exagero.
2. GRÃOS REFINADOS > Pão e arroz branco logo viram glicose na digestão. Assim, há pouca diferença entre eles e uma tigela de açúcar puro.
3. BATATAS > São as piores. Rapidamente digeridas, viram glicose. As fritas são ainda mais viciantes, por causa da gordura e pela textura crocante por fora e macia por dentro, que ativam os circuitos de prazer.
4. CARNES > Evite até o fim as processadas (como hambúrgueres e salsichas) . Além da adição de gordura e açúcar, é como se a indústria já fizesse metade da digestão por nós. Macias e desmanchando na boca, só estimulam a comilança.
5. DOCES > Supercalórico, o açúcar é processado pelo corpo em tempo recorde e não deixa você satisfeito. É um dos ingredientes que dispara nosso sistema de vício no cérebro. Misturado à gordura (como em sorvetes) esse efeito é agravado.


PONTO G DO CÉREBRO
A grande dificuldade em resistir a essas comidas tão saborosas e viciantes é que elas provocam uma verdadeira festa em nossa cabeça, nos fazem liberar químicos do prazer de maneira instantânea. E a sensação de êxtase pode ir além se houver novidade e variedade em seu prato, já que as células cerebrais têm preferência. Algumas respondem ao gosto, outras à textura dos ingredientes, ao seu cheiro, à simples visão ou à temperatura da comida. Os neurônios ligados ao açúcar irão vibrar quando você come um doce, por exemplo. Os que adoram sal vão enlouquecer na presença de uma coxinha. Agora, imagine que você coma um quitute que misture doce, crocante e macio, quente e frio — como um sorvete com calda de chocolate fumegante em uma casquinha de biscoito salpicado por balas coloridas. Diversos neurônios vão acender ao mesmo tempo e fazer uma verdadeira rave em sua cabeça. A sensação é praticamente irresistível, mas cada vez que você cede a ela, só fortalece o vício.

Toda essa comilança chega ao chamado hedonic hot-spot (ponto quente do prazer), uma espécie de ponto G do cérebro que, diferente do ponto G feminino, pode ser encontrado em regiões diversas. “Do tamanho de uma cabeça de alfinete, esses pontos levam a um pico de prazer quando são estimulados por opioides ou endocanabinoides”, afirma o professor de biopsicologia e neurociência da Universidade de Michigan, Kent Berridge. “A combinação de gordura e açúcar é muito mais potente do que os dois ingredientes separados”, diz Keller. Isso explica por que preferimos um brownie suculento a uma colher cheia de açúcar cristal. A somatória de sensações torna o prazer mais potente e a vontade de comer foge do controle. Para piorar, o mundo atual nos empurra para esses desejos o tempo todo.

A evolução que nos levou a fazer de tudo para comer alimentos calóricos, há milhares de anos, não previu que hoje haveria lojas de conveniência e lanchonetes a cada esquina. “O sistema que era útil à sobrevivência humana tornou-se muito perigoso, porque o excesso de consumo leva à obesidade, diabete e alguns tipos de câncer”, afirma o biopsicólogo Gary Beauchamp, diretor do Monell Center, instituto americano de pesquisa em paladar e olfato. Nossos antepassados pré-históricos precisavam armazenar todas as calorias disponíveis. Hoje, a maior parte do tempo estamos expostos a anúncios apelativos de comidas superdoces e gordurosas. Nunca foi tão fácil e barato conseguir salgadinhos e refrigerantes. E a indústria vem tomando proveito das descobertas sobre nosso vício em comida. “Os alimentos vêm sendo alterados com o objetivo de ficarem muito mais estimulantes. Nossa cabeça simplesmente não sabe como reagir a eles e acabamos comendo demais”, afirma Gearhardt.

A pesquisadora diz que a comida está tomando o papel que foi do tabaco há décadas. Quando fumar não era socialmente estigmatizado, o cigarro era fácil de se conseguir e exposto em todo lugar: bares, lanchonetes, supermercados. Com as campanhas contra essa indústria, a exposição diminuiu. O hábito caiu junto, mas abriu espaço para outros vícios. “Dos anos 60 até agora, o peso médio de um americano adulto aumentou 11 quilos”, afirma Linden. Os brasileiros também estão ficando mais cheinhos. Segundo dados do IBGE divulgados em julho, o excesso de peso já atinge metade da população. “Para algumas pessoas poderia ser o álcool, as drogas, o sexo ou a jogatina. Mas o vício socialmente mais aceito hoje certamente é o da comida”, diz Kessler. Afinal, vivemos em busca do prazer — cientificamente falando. Para se livrar de tal vício, que, em diferentes graus, atinge 85% da população mundial, só passando por um programa que o pesquisador chama de reabilitação alimentar.

NEM BOM, NEM RUIM
1 E 2. QUEIJO E MANTEIGA > Não se esforce para consumir apenas as versões light. Elas não fazem você ser mais magro do que alguém que se esbalda com as versões integrais. Uma fatia gorda de parmesão pode deixar você mais saciado que cottage. E fazê-lo comer menos.
3. VEGETAIS > Frutas e legumes não estão relacionados com perda ou ganho de peso. Mas podem ser uma boa se ocuparem o lugar daqueles alimentos supercalóricos.
4. LEITE > O leite é uma exceção entre as bebidas. Apesar de o cérebro normalmente não encará-las como fonte de caloria, nesse caso, a gordura e a proteína podem deixar você satisfeito antes. Proteínas são o grupo de alimentos que mais saciam.


FOOD REHAB
Nem pense na dieta da sopa, da Lua, dos carboidratos. Dieta não funciona. “Pode até fazer você perder alguns quilos mas, se depois você retornar ao seu antigo ambiente, seu cérebro volta a disparar o ciclo vicioso e você irá engordar de novo”, diz Kessler. Ele só acredita em uma saída: reprogramar a mente. “Precisamos estabelecer novos circuitos em cima dos antigos, aqueles que são ativados em resposta aos alimentos ricos em gordura, sal e açúcar”, diz. Um dos exercícios para chegar lá é olhar a comida engordativa não como algo saboroso, que trará recompensas. Mas pensar que, a médio prazo, aquele prato fará você se sentir mal, ganhar peso e até ter problemas de saúde. Nada fácil.

Assim como vale mudar o caminho de casa para o trabalho para evitar a lembrança ou um cheirinho tentador, é cauteloso não entrar na cozinha ao chegar em casa. Quando você passa longe das tentações, corta o ciclo de vício pela raiz. Por mais que você pense em um hambúrguer delicioso, se ele não está por perto e não há a menor chance de comê-lo, seu cérebro já não libera tanta dopamina. Logo, você não fica tão fissurado pelo sanduíche. O neurologista da Universidade McGill, no Canadá, Alain Dagher, comprovou isso em fumantes. Ao escanear o cérebro de voluntários, percebeu que os que haviam sido avisados de que receberiam cigarros ao final da sessão liberaram mais dopamina do que aqueles que sabiam que teriam que ficar sem fumar por mais 4 horas depois dela. O segredo, então, é dificultar o acesso às comidas gordas.

Repetir o cardápio todo dia também reduziria a fissura. Em abril, o professor de medicina preventiva da Universidade de Buffalo, Nova York, Leonard Epstein, publicou um estudo que demonstra que monotonia na mesa pode ajudar a perder peso. No experimento, mulheres cumpriam tarefas, como fazer uma palavra cruzada, e eram recompensadas com docinho e um pedaço de queijo. Foram cinco testes com dois grupos. Com o passar das sessões, observou-se que as voluntárias que iam semanalmente ao laboratório continuaram empenhadas em ganhar o queijo e o doce, mas as que frequentavam o local diariamente diminuíram seu desejo. “Elas se habituaram aos sabores e isso reduziu a motivação para comer”, diz Epstein. A tática pode funcionar para qualquer um que queira perder peso. Para não tornar as refeições um tédio, o pesquisador recomenda diminuir a variedade de alimentos ricos em gordura, sal e açúcar e, ao mesmo tempo, aumentar a de vegetais, laticínios e grãos — capazes de nos fazer parar de comer antes.
OS MOCINHOS
1. CASTANHAS > Apesar de calóricas e gordurosas, podem levar à perda de peso. Além de gerar saciedade mais rapidamente, pouco se sabe sobre o fenômeno. Mas cientistas afirmam que esta é a prova de que o teor de gordura não é o único que se deve considerar na escolha de um alimento.
2. PÃES E GRÃOS INTEGRAIS > Entram na categoria dos alimentos minimamente processados que deixam o trabalho completo da digestão para o seu corpo. Como o serviço leva tempo, garante uma trégua para sua cabeça não pensar em comida.
3. IOGURTE > Esse é o herói do emagrecimento — sim, mais do que vegetais e grãos integrais —, pois ajuda a povoar nosso organismo com bactérias benignas. Cientistas acreditam que quando se tem poucas bactérias benignas no corpo, se engorda (não por acaso, bovinos são tratados com antibióticos para ganhar peso).


O PARADOXO DA GORDURA
Não adianta contar o número de calorias de um prato. Ingredientes mais calóricos podem, no fim das contas, fazer você emagrecer. É o que demonstra um longo estudo da Universidade de Harvard. Ao longo de 20 anos, os pesquisadores acompanharam os hábitos alimentares e o peso de mais de 120 mil norte-americanos saudáveis e não-obesos. O resultado do estudo, publicado em junho, comprova a tese, repetida pelos nutricionistas: grãos e massas integrais, castanhas e iogurtes nos fazem comer menos porque são eficientes em mandar para o cérebro os sinais de saciedade: sensores em nosso estômago e intestino informam à nossa cabeça os níveis de nutrientes já ingeridos e o quanto nossos órgãos digestivos já estão cheios. A gordura entraria nessa categoria de nos satisfazer rapidamente, exceto pelo fato de que ela demora demais a enviar à nossa cabeça a mensagem de que já nos alimentamos o suficiente. Nesse meio tempo, continuamos a comer. É o chamado paradoxo da gordura: ela sacia mas, ainda assim, nos faz comer mais.

A descoberta dos pesquisadores americanos e italianos sobre a liberação no intestino de endocanabinoides pode ajudar a entender essa contradição. Afinal, especulam os cientistas, esses químicos similares aos da maconha são os que prejudicam o envio dos sinais de saciedade ao cérebro. A nova pesquisa também abre perspectivas para a criação de remédios que bloqueiem essas substâncias e, assim, nos façam comer menos. “Foi a primeira vez que um estudo mostrou que é possível inibir os endocanabinoides no intestino, ou seja fora do cérebro, eliminando possíveis efeitos colaterais psíquicos”, afirma DiPatrizio. A hipótese foi testada em ratos, mas ainda está longe de fazer você poder se esbaldar na comilança sem se preocupar com os quilos extras.

Enquanto gordura, sal e açúcar ainda deixam você na fissura, o melhor é investir no programa de reabilitação alimentar. Resista à tentação das comidas supergordas e incrivelmente sedutoras e aposte nos pratos que vão deixá-lo satisfeito por mais tempo. Grãos integrais e alimentos cheios de fibras, como frutas e legumes, farão você passar mais horas sem comer após uma refeição. Sim, não é fácil ir contra nossa tendência natural a ter cabeça de gordo. De vez em quando você terá recaídas. Mas, aos poucos, pode conseguir reprogramar sua mente. E verá que nada garante tantos quilos a menos como ter uma cabeça de magro.


Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI260314-17773,00-CABECA+DE+MAGRO.html

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Pesagem 21 10 11


Depois de ter tido vários aniversários entre os dias 09 e 15 de outubro ainda emagreci 100 gramas!!!! É um milagre!!! rs..rs.. E diminui medidas também!!!! Viva \O/ Tô feliz!!!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Feijão branco ajuda a controlar a absorção de gordura pelo organismo


As projeções da Organização Mundial da Saúde (OMS) são de que, em 2015, haverá no mundo 2,3 bilhões de pessoas com excesso de peso e 700 milhões de obesos. O Brasil ocupa a posição número 77 nesse ranking; os Estados Unidos estão na 5a posição e a Argentina é o país mais obeso na América do Sul, em 8o lugar. E são várias as más consequências do excesso de peso para a saúde. Não se trata de deixar de consumir certos alimentos porque os “engordam”, mas de incluí-los em uma dieta balanceada aliada à prática de exercícios físicos. Para ajudar nas dietas de emagrecimento, existem medicamentos alopáticos e fitoterápicos, que devem ser sempre prescritos e exigem acompanhamento médico.

Dentre as opções naturais, cientistas de todo o mundo investigam desde a década de 1980 as propriedades da faseolamina, uma glicoproteína extraída do feijão branco (Phaseolus vulgaris L.) que inibe a ação da enzima alfa-amilase, responsável pela absorção do amido (carboidrato) presente em alimentos como batata, arroz e massas, e transformada em glicose. A presença da faseolamina no organismo ajuda a absorver uma quantidade menor de açúcares. Assim, ela tem se tornado uma excelente aliada das pessoas que buscam emagrecer e também para aquelas que convivem com o diabetes melitus tipo 2 e que não fazem uso de insulina.

Em geral, os efeitos benéficos da faseolamina aparecem oito semanas após o início do tratamento. É o que aconteceu com Marilda de Lima Dias, 46 anos, de Campos dos Goitacazes, no estado de Rio de Janeiro. Ela faz uso de fórmula manipulada de faseolamina. Tal como sugerido pelo médico, a perda de peso de Marilda tem acontecido de forma gradual – desde o início do tratamento há cinco meses, ela perdeu três quilos. Marilda também mudou hábitos alimentares e incluir em sua rotina a prática de exercícios. “Comecei a sofrer com excesso de peso há dois anos. A faseolamina, além de me ajudar a emagrecer, tem diminuído a taxa do mau colesterol, que estava acima de 200 mg/dl e que hoje está por volta de 180 mg/dl, como mostra o exame laboratorial”, ela conta.

Segundo a nutricionista da farmácia Online Farma, Alessandra Rocha Lopes, mesmo os fitoterápicos precisam de indicação e acompanhamento de um profissional especializado, como endocrinologista, clínico geral ou nutricionista, que saberá fazer a prescrição adequada a cada paciente. Ela alerta que a faseolamina não deve ser usada por mulheres grávidas ou pessoas com hipoglicemia.

Fonte> http://www.melhoramiga.com.br/2011/10/feijao-branco-ajuda-a-controlar-a-absorcao-de-gordura-pelo-organismo/

Mitos e verdades sobre a alimentação


Manga com leite pode causar a morte? beber líquido durante as refeições deixa a pessoa barriguda? leite é o único alimento que tem o aporte de cálcio necessário para o organismo? Esses e outros mitos atrapalham muito na hora de se alimentar. São tantos e tão antigos que é quase impossível eliminá-los. Para esclarecer as dúvidas mais frequentes, a nutricionista Juliana Trevilini Garcia responde algumas perguntas.

1. Comer e beber durante as refeições prejudica a absorção dos nutrientes?
Verdade. A digestão é prejudicada ao misturar a refeição com qualquer bebida. Para que os nutrientes sejam absorvidos adequadamente, o nosso corpo precisa liberar enzimas digestivas e ácido clorídrico para a digestão dos nutrientes. A ingestão de líquidos, acima de 200 ml provoca a diluição do suco gástrico, interferindo na digestão. As bebidas gaseificadas, principalmente a base de cola, são alcalinizastes e prejudicam ainda mais a digestão dos alimentos e, consequentemente, a absorção adequada de nutrientes no intestino.

2. Comer e beber durante as refeições pode desenvolver barriga?
Mito. A maioria das pessoas que toma líquido junto com as refeições não mastiga corretamente e acaba empurrando a comida com o líquido. Consequentemente come muito rápido e em maior quantidade, aumentando o peso. Para liberar hormônios que induzem à saciedade o nosso cérebro precisa de que a refeição dure, pelo menos, 20 minutos.

3. Comer manga com leite causa congestão?
Mito. Manga com leite não causa indigestão nem faz mal à saúde. Essa crença se perpetuou na história a partir da escravidão. Os senhores de engenho inventaram o mito para impedir que seus escravos consumissem mangas e não tomassem o leite, que era destinado ao consumo da família da “casa grande”. Por isso, os feitores espalhavam que a combinação fazia tanto mal que causava a morte. Atualmente, estuda-se muito sobre o consumo do leite por pessoas sensíveis, pois o alimento pode causar gastrite, refluxo e azia

4. Afta na boca tem relação com a prisão de ventre?
Verdade. Afta na boca tem relação com imunidade baixa e intestino preso tem correlação com imunidade baixa. Apesar das funções digestivas e de absorção serem as mais difundidas deste órgão, o intestino desempenha também funções hormonais, motora, nervosa e imune. Relacionada a esta última função está à capacidade do intestino, em conjunto com o sistema imunológico, evitar que agentes nocivos (estresse fisiológico ou psicológico, microorganismos patogênicos e corpos estranhos) prejudiquem a saúde.
Quando o intestino está saudável há seleção e absorção adequadamente de nutrientes e proteção do sistema imunológico. Já quando o intestino está preso, aumenta a produção de toxinas e bactérias patogênicas. Nessas condições o intestino não seleciona o que entra e o que não entra na corrente sanguínea. E dessa maneira, o sistema imunológico fica sem proteção e o organismo mais suscetível ao desenvolvimento das aftas.

5. Ingerir folhas verdes escuras substitui o leite na alimentação diária?
Verdade. Os vegetais verde-folhosos como, por exemplo, agrião, couve, brócolis, couve de bruxelas, rúcula e o repolho contém em sua composição uma boa quantidade de cálcio. Também há presença de magnésio, vitamina C e vitamina K, que são nutrientes importantes para a mineralização óssea, ou seja, tem uma proporção parecida com a do leite humano e uma sinergia com os demais nutrientes necessários para sua biodisponibilidade. A biodisponilidade do cálcio dos vegetais é de 50 a 70%, enquanto a biodisponibilidade do cálcio do leite é de aproximadamente 30%.

6. O açúcar pode ser substituído por qualquer adoçante?
Mito. O nosso organismo não precisa de açúcar. Por ser uma questão de costume adicionar muito açúcar nas preparações e vários alimentos industrializados conter açúcar em sua composição, faz com que necessitemos sempre de mais açúcar. Por receio de engordar, as pessoas começaram a trocar o açúcar pelo uso constante e até mesmo exagerado de adoçantes. Embora, eles tenham sido feitos para os diabéticos, esse hábito foi difundido para todos os que desejavam não adicionar mais calorias ao seu dia a dia.

Pesquisas recentes têm mostrado que alguns adoçantes precisam ser consumidos com moderação ou até mesmo evitados. Adoçantes a base de Acessulfame-K, sacarina sódica, ciclamato sódico e aspartame não são indicados, pois, há um potencial efeito carcinogênico do ciclamato monossódico. Além disso, é possível encontrar o mineral adicionado ao aspartame e à estévia, para realçar o sabor doce e disfarçar o resíduo amargo do produto. Já o aspartame também tem potencial carcinogênico e pode induzir a enxaquecas.
O Acessulfame-k tem o poder de dulçor de aproximadamente 200 vezes mais que o açúcar, não tem sido associado a riscos, mas há críticas de que ele ainda não foi suficientemente estudado. Eles são comuns em saches de mesa e refrigerantes, sempre misturado a ciclamato, sacarina ou aspartame.
A sacarina sódica tem o poder de dulçor de 300 vezes mais que o açúcar. É um derivado do petróleo. Estudos com animais e doses muito superiores ao consumo humano apontam efeito carcinogênico. O produto está proibido no Canadá e não é recomendado para hipertensos.
O Estévia tem o poder de dulçor de aproximadamente 350 vezes mais que o açúcar. Por ser derivado de uma planta Stevia rebaudiana, originária da America do sul, é rica em glicosídeos de alto poder edulcorante e auxilia no controle glicêmico. Entretanto, tem sabor residual. Estudos ainda não apontam nenhum risco associado, por isso é o mais indicado até o momento. Desse modo, é importante avaliar cada paciente individualmente e procurar a melhor maneira de usar o adoçante com moderação e de maneira a não prejudicar a saúde

fonte:www.lojinhadaeva.com.br (recebi por email)

Incentive a criança a comer bem


Para alguns pais a coisa mais difícil é fazer a criança comer tudo e muitos não comem bem, choram para não comer, fogem saindo correndo e até fazem escândálos. A criança precisa se alimentar bem para não ficar adoentada, com anemia e fraca, mas muitos pais apenas colocam a comida trivial no prato e diz apenas para o pequeno comer e cadê o incentivo?, quem tem criança em casa precisa aprender táticas diferentes para lidar com eles, para incentivar a criança comer bem, eles aprendem fazer tudo brincando e gostam.

É claro que a criança não vai ficar brincando na hora da comida, mas se você der na boca fazendo o famoso aviãozinho e depois pedir para criança comer sozinha fazendo o mesmo, eles comem umas colheradas a mais, funciona. Também para fazer a criança comer tudo e com vontade, pode explorar a culinária, ensine os nomes dos alimentos para ela, fale com gosto, este alimento que a mamãe preparou está uma delícia, repita o nome e a criança vai ficar curiosa. Faça uma montanha de arroz com brócolis a volta, coloque um caldo e grãos de feijão ou lentilha e os pedaços de frango ou carne desfiado, eles vão se divertir comendo e vão até querer raspar todo o prato, pode acreditar e vão pedir todos os dias a montanha de comida.

Quem é que não gosta de batatinhas fritas? Não precisa dar todos os dias, mas faça para a criança comer, fale a ela, se comer duas colheres de comidinha, eu lhe dou uma batatinha frita e assim por diante, eles comem interessados na batata, é uma troca. Ninguém gosta de comer a mesma coisa todos dias, enjoa, não é mesmo? Isto também acontece com a criança e o segredo para a criança comer variedades, é investir na criatividade, cores e diversidades, desta forma, a criança fica curiosa e muitas perguntam até o que vai ter hoje para comer.

Jamais coloque a criança de castigo porque ela não comeu, pois muitas crianças quando são castigadas por este motivo, começam a não querer comer mesmo para chamar ainda mais atenção, nada de chantagem com a criança, dizendo, só vai assistir se comer a comida e o pior é forçar a criança limpar o prato, o seu estômago é muito pequenino, não cabe muita comida, isto faz um mal muito grande para eles, dê tempo ao paladar da criança, mesmo que ela recuse na primeira vez, você conseguirá que ela aprecie novos alimentos. Fazer a criança se alimentar bem, requer muita paciência e dedicação na preparação dos alimentos, não desista e incentive todos os dias uma boa alimentação ao seu filho!

Fonte: http://www.cuidardebebe.com/incentive-a-crianca-comer-bem

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Gordinhas - Um outro modo de olhar...



Retirado da apresentação que recebi - Texto de Otto Lara Resende

Resposta inteligente de uma Gordinha, leiam amigos!!



Seja feliz com vc mesmo.

Um tempo atrás, na entrada da academia, havia uma foto de uma mulher muito magra e bonita. A legenda era “Neste verão, você quer ser uma sereia ou baleia?”

Um dia, uma mulher (de medidas desconhecidas )respondeu da seguinte forma:

“Caríssimos, as baleias estão sempre rodeadas de amigos (golfinhos, focas, os seres humanos curiosos), são sexualmente ativas e criam seus filhos com grande ternura.
Elas se divertem como loucas com golfinhos e comem montes de camarões. Elas nadam o dia inteiro e viajam para lugares fantásticos como a Patagônia, o Mar de Barents ou os recifes de coral da Polinésia.
Elas cantam incrivelmente bem e às vezes até estão no cds. Elas são animais impressionantes e amados, que todos defendem e admiram.

Sereias não existem.

Mas se elas existissem, elas fariam fila para ver um psicólogo por causa de um problema de dupla personalidade: mulher ou peixe?
Elas não teriam vida sexual e não poderiam ter filhos.
Sim, elas seriam adoráveis, mas solitárias e tristes.
E, quem quer uma menina que cheira a peixe ao seu lado?

Sem dúvida, eu prefiro ser uma baleia.

Numa época em que a mídia nos diz que apenas magro é bonito, eu prefiro comer sorvete com meus filhos, sair para jantar com meu marido, comer e beber e me divertir com meus amigos.

Nós, mulheres, ganhamos peso, porque nós acumulamos tanta sabedoria e conhecimento que não há espaço suficiente em nossas cabeças, e se espalha por todo nosso corpo.
Nós não somos gordas, somos enormemente cultivadas.
Toda vez que vejo minhas curvas no espelho, eu digo a mim mesma: ”Que maravilhosa eu sou?”

(A menina na foto é a modelo francesa Tara Lynn )

(retirei do facebook)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Alimentos Crus, cura e relaxamento



Tenho 85 anos. Exerço a medicina há 20 anos em Arosa, Suíça. Meu pai era médico rural e conheci os limites da medicina convencional convivendo com doenças crônicas já na minha juventude. De constituição bastante frágil, procurava ampliar as possibilidades da medicina convencional com métodos alternativos. Hoje, considero alimentação e jejum os mais importantes.
O famoso médico suíço, Dr. Max Bircher-Benner (1867-1993), ouviu falar dos incríveis efeitos da alimentação crua. Experimentou e ficou perplexo com o resultado. Naquela época, todas as crianças com doença abdominal morriam. A clínica pediátrica do Hospital Universitário de Zurique encaminhou quatro crianças ao Dr. Bircher-Benner. Retornaram curadas. Sua alimentação consistia, principalmente, de bananas frescas, depois substituídas por maçãs frescas, com o mesmo resultado. Também as crianças diabéticas foram beneficiadas com uma dieta exclusiva de frutas frescas.
O Dr. Bircher-Benner apresentou ao Dr.Joseph Evers, na Alemanha, três pacientes que ficaram livres de esclerose múltipla, uma doença considerada incurável. O Dr. Evers começou, então, a tratar pacientes portadores de esclerose múltipla e outras doenças consideradas incuráveis, com resultados surpreendentes. Em reunião da Associação Alemã de Neurologia, o Dr. Evers apresentou suas radiografias e a estatística, mostrando que ao iniciar a alimentação com frutas e verduras frescas dentro do período de um ano após o aparecimento dos sintomas 94% dos portadores de esclerose múltipla ficavam curados. O Dr. Evers, falecido em 1975, não utilizava medicamentos, somente alimentação. Em seu livro "Warum Evers-Diät?" (Porque a dieta Evers?), ele
afirma: "O sucesso é a melhor prova de que uma teoria está correta."
O Dr. Honekamp, diretor clínico de uma clínica psiquiátrica alemã, documentou, em seu livro sobre a cura de doenças mentais com produtos naturais, como conseguiu curar pela alimentação crua, com poucas exceções, os pacientes internados em sua clínica. Entretanto, ele mostrou que a esquizofrenia crônica só pôde ser curada após quatro anos.
Tudo foi esquecido até recentemente, quando o físico Fritz Popp descobriu que os nutrientes vivos irradiam fótons. Essas pequenas partículas de luz aparentemente protegem o sistema imunológico e destroem células cancerígenas. Quando aquecemos os alimentos vivos, a irradiação se torna muito forte e depois cessa ? os alimentos estão mortos. No livro "Biologie des Lichts" (Biologia da luz), publicado em 1984, ele descreve os princípios da irradiação extremamente fraca das células.
Uma enfermeira do hospital da Universidade de Zurique estava morrendo. Anos antes, haviam-lhe retirado um tumor maligno da mama. Mais tarde, apareceram metástases no fígado. Quando o tumor reapareceu por uma terceira vez, após duas quimioterapias, acreditavam que nada mais poderia ser feito. Era Natal e seus amigos vieram despedir-se dela. Uma amiga lhe falou da alimentação crua e logo trouxe frutas e hortaliças frescas. No dia seguinte, a enfermeira já pôde deixar a alta dose de morfina que estava tomando contra as dores e levantar. A cada dia, ficava de pé durante mais tempo.
Como podemos explicar este efeito imediato sobre tumores malignos? A pesquisadora em oncologia, Virginia Livingston, de San Diego, EUA, descreve em seu livro "The Conquest of Cancer" (A conquista do câncer) que os alimentos vivos, as frutas e as hortaliças contêm um ácido, um sub-produto da vitamina A, que também é produzido no fígado. Essa substância freia o câncer, mas é sensível ao calor. Cenouras cozidas no vapor só contém 1% a 2% da quantidade do ácido que as cenouras cruas contêm.
Recomendo aos pacientes em minha clínica e eu mesmo me alimento desta forma:
- Comer apenas o que nasce na natureza.
- Disso, só comer aquilo que temos vontade, apenas na quantidade que o corpo pede e quando sentimos fome.
- Consumir os alimentos assim como a natureza nos oferece, sem misturar, sem temperos, sem aquecer.
- Sempre que possível, comer os alimentos isentos de agrotóxicos e adubos químicos.
Como podemos saber se uma fruta é saudável ou prejudicial? Só nosso instinto pode nos dizer isso. Cada ser vivo tem sua voz interior, inclusive as bactérias e os vírus. O ser humano é o único ser vivo que não segue sua voz interior, nós nos achamos superiores. Porém, se não seguimos esta voz, surge o efeito contrário, o vício. O adulto é viciado no fumo, em alimentos desnaturados, cozidos etc. Após um jejum, estes vícios desaparecem. O instinto, a voz interior, está de volta, como em um recém-nascido.
Se comemos alimentos cozidos, há um aumento dos glóbulos brancos após a refeição como se tivéssemos ingerido veneno. Nosso sistema imunológico, neste caso, está ocupado de manhã até a noite enfrentando os tóxicos que introduzimos com a alimentação aquecida, em vez de se defender contra germes e destruir células cancerígenas.
Ao dar alimentação cozida para animais selvagens, saudáveis como fizeram Mac Carrison na Inglaterra e o Prof. Kollath na Alemanha estes adoecem com nossas doenças da civilização e morrem. Se acrescentamos vitaminas da farmácia, morrem alguns dias mais tarde. Entretanto, se os colocamos em liberdade para que voltem a se nutrir com alimentos vivos, seguindo o seu instinto, eles se recuperam. O mais interessante: animais, antes dóceis, tornam-se agressivos com nossa alimentação desnaturada e se agridem.
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Fonte: Palestra apresentada durante o Congresso Vegetariano em Widnau,
Suíça, 1999

domingo, 2 de outubro de 2011

saúde x obesidade



fonte: http://www.obesidademorbida.med.br/saude_001.htm

Obesidade está relacionada a 30% dos casos de câncer

Levantamento divulgado pela Sociedade Americana do Câncer diz que um terço das mortes por câncer são relacionadas à obesidade. Considerada uma epidemia mundial, a obesidade é o segundo maior fator de risco evitável para o câncer, ficando atrás apenas do tabagismo.

A obesidade está ligada ao desenvolvimento de diversos tipos de câncer. Publicação do Instituto Nacional do Câncer (Inca), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, diz que a redução dos níveis de obesidade no país pode evitar 19% dos casos da doença. “A obesidade é a grande epidemia do século XXI. A população brasileira infelizmente está seguindo a tendência internacional e está a cada dia mais gorda. Precisamos nos unir para combater a Obesidade, pois ela é fator de risco para o câncer e outras doenças, como hipertensão, diabetes e problemas cardiovasculares”, destaca o especialista em cirurgia da obesidade, Dr. Roberto Rizzi.

De acordo com o Inca, a prática de atividade física e uma alimentação saudável podem reduzir em 63% os tumores de boca, faringe e laringe. O controle da obesidade pode fazer com que o câncer de mama tenha sua incidência reduzida em 30%. “Temos que repensar nossa alimentação, pois ela pode ser fator de proteção ou aumentar os riscos de desenvolvimento do câncer. Precisamos aumentar o consumo de frutas, fibras, verduras, legumes e peixes e deixar de lado alimentos ricos em açúcares e gorduras saturadas, como refrigerantes e alimentos industrializados”, diz Dr. Rizzi.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que a obesidade já atinge mais de 400 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, pelo menos 3,5 milhões de pessoas estão em estado de obesidade mórbida, ou seja, estão com pelo menos 40 quilos acima do peso corporal ideal.

Por conta do crescimento da obesidade, o Brasil tem registrado um aumento no número de cirurgias bariátricas, popularmente conhecida como redução do estômago, que é indicado no tratamento da obesidade mórbida. No ano de 2009 o Brasil realizou 30 mil cirurgias, um crescimento de 500% nos últimos 10 anos.

A diminuição do tamanho do estômago para perda de peso é recomendada quando o índice de massa corporal (IMC) é maior que 40kg/m² em pessoas com idade superior a 18 anos, seja homem ou mulher. O procedimento pode ser recomendado, ainda, se o IMC estiver entre 35kg/m² e 40kg/m² e o paciente em questão tiver diabetes, hipertensão arterial, apnéia do sono, hérnia de disco ou outras doenças associadas à obesidade. “A cirurgia bariátrica é a última opção para o paciente que já tentou, sem sucesso, reduzir peso por métodos tradicionais. O padrão de qualidade da cirurgia é muito alto no Brasil, temos excelentes equipes e a taxa de mortalidade é muito baixa”, ressalta Dr. Rizzi.

Homem x Mulher

A obesidade interfere de forma diferente em homens e mulheres no desenvolvimento do câncer. Segundo relatório Saúde Brasil, desenvolvido pelo Ministério da saúde, a obesidade responde por:

No sexo feminino

• 29% dos casos de câncer no útero.

• 26% dos casos de câncer de esôfago.

• 16% dos casos de câncer de rim.

• 14% dos casos de câncer de pâncreas.

• 14% dos casos de câncer de mama.

• 1% dos casos de câncer de colorretal (intestino grosso).

No sexo masculino

• 25% dos casos de câncer de pâncreas

• 20% dos casos de câncer de esôfago

• 10% dos casos de câncer de rim

• 8% dos casos de câncer de colorretal

fonte:http://www.melhoramiga.com.br/2011/01/obesidade-esta-relacionada-a-30-dos-casos-de-cancer/

Idade, peso e sexo estão relacionados à maior incidência de ronco

Distúrbio piora com o avanço da idade, aumento de peso e é mais comum em homens.

O ronco é algo que incomoda muito. Não apenas a pessoa que ronca, por que se caracteriza como uma doença, mas também, e principalmente, quem está ao lado e não consegue dormir por causa do ruído. O médico neurologista Bráulio Brayner, especialista em distúrbios do sono da Clínica Polisono, explica que o ronco não deve ser negligenciado. Ao contrário, a pessoa que tem o problema deve procurar um especialista para diagnosticar as causas e fazer o tratamento adequado, que pode ser medidas preventivas, uso de parelhos ou, em determinados casos, tratamento cirúrgico. Já se sabe, segundo ele, que o ronco piora com o avanço da idade, com o aumento de peso e é mais comum no sexo masculino.

“As pessoas que roncam têm duas vezes mais chances de sofrer de hipertensão arterial, independentemente de outros fatores de risco, como idade e obesidade. Além disso, o ronco está muito ligado à apnéia do sono. Por este motivo essas pessoas sempre têm que ser investigadas quanto à presença ou não de apnéia do sono”, explica. De acordo com o médico, o ronco é provocado pela passagem do ar em uma via aérea estreitada. Nas pessoas que roncam, há um estreitamento das vias respiratórias por diversos motivos durante o sono. Assim, quando o ar passa durante a respiração, ocorre uma vibração das estruturas presentes e esta vibração provoca o ruído que se chama popularmente de ronco.

Além da obstrução parcial das vias aéreas, o ronco pode ser causado também por fatores hormonais e anatômicos, como o prolongamento do palato a as amígdalas aumentadas, além de obesidade e acúmulo de gordura na região cervical. Os estudos mostram que a prevalência do ronco aumenta com o decorrer da idade. Acha-se que contribui para isto a maior flacidez muscular, que ocorre naturalmente com o avançar da idade, a influência de hormônios e o aumento de peso que tende a ocorrer também com o passar dos anos.

Dr. Braulio explica que quando o indivíduo dorme, ocorre um maior relaxamento muscular, principalmente em algumas fases do sono, e este relaxamento da musculatura presente nas vias respiratórias, na faringe, faz com que haja menos espaço para a passagem do ar. Durante o sono ocorre também uma queda da língua que pode vir a estreitar mais ainda este espaço. Em indivíduos obesos o acúmulo de gordura na região cervical pode piorar ainda mais a diminuição do espaço por onde o ar circula. “Se temos todos estes fatores dificultando a livre circulação do ar, teremos também uma maior vibração dos tecidos presentes nas vias aéreas e esta vibração vai gerar o ronco. Se a obstrução da via aérea for total o ar deixa de circular e a pessoa para momentaneamente de respirar, ocasionando a apnéia”, acrescenta.

Para as pessoas que já roncam é essencial que elas percebam que o ronco não é um fenômeno “normal” e sim um distúrbio que precisa ser tratado, não só pela questão da convivência com outras pessoas que podem vir a se sentir incomodadas com o barulho, mas também para diminuir a chance de vir a ser hipertensa, sofrer um infarto ou um AVC. Para os que não roncam uma das medidas de mais sucesso é o controle do peso. Se o peso se mantiver estável a chance de futuramente ser um “roncador” é menor.

“Para quem ronca a melhor posição para dormir é de lado, pois quando dormimos de barriga para cima há uma piora do ronco e maior chance de ter apnéias”, afirma o médico. Ele acrescenta que o ronco tende a piorar no horário da madrugada, pois ocorre um aprofundamento do sono e em determinados estágios profundos do sono há um maior relaxamento muscular e consequentemente mais risco de estreitamento das vias aéreas. O tratamento, segundo ele, é controlar o peso, dormir em posição lateral, evitar uso de determinados tipos de medicações que podem induzir a um aumento do relaxamento muscular e evitar uso de bebida alcoólica pelo mesmo motivo. Quando há diagnóstico de ronco ou apnéia leve o tratamento pode ser feito com aparelhos intra-orais. Para os casos de apnéia moderada e grave o tratamento é feito com outro tipo de aparelho, que possui uma máscara nasal. Existe também a possibilidade de tratamento cirúrgico para ambos os casos.

fonte:http://www.melhoramiga.com.br/2010/10/idade-peso-e-sexo-estao-relacionados-a-maior-incidencia-de-ronco/